Estudantes de escola estadual de Vitor Meireles aprendem robótica e programação

Robótica

Embora atualmente a maioria das crianças já conviva todos os dias com a tecnologia através de celulares, computadores e tablets, os estudantes de uma escola estadual de Vitor Meireles têm tido uma oportunidade única de melhorar seu desempenho em sala de aula utilizando o que há de mais moderno na área da informática. Com o apoio da iniciativa privada, os alunos da EEB Victor Meirelles aprendem robótica e programação de smartphones no contra turno escolar e vem mostrando que métodos inovadores de ensino como esse podem trazer inúmeros benefícios.

A assistente técnica pedagógica, Alessandra Darolt Eickenberg, afirma que o projeto, que já está no terceiro ano, tem feito à diferença na vida e até nas notas dos alunos, e que apesar de divertidas, as aulas diferentes exigem atenção e muita dedicação. “O currículo deles normal não contempla a informática, mas sabemos que isso é importante e é um atrativo a mais que resolver oferecer, até porque na nossa cidade temos muitas crianças filhas de agricultores. Então primeiro eles estudam toda a questão teórica e depois criam o aplicativo e trabalham a robótica”.

A professora responsável pelo projeto, Ariane Pianesser, explica que as aulas de robótica e programação têm auxiliado no desenvolvimento de qualidades essenciais como o raciocínio lógico. “Eles usam muitos cálculos e também a criatividade, o que traz inúmeros benefícios. Esse é um diferencial da escola. As outras crianças veem que esses alunos estão fazendo robôs ou aplicativos e também querem participar.”

E o interesse não é para menos, garante a estudante Kamille Lunelli, de 12 anos. Ela conta que adora participar do projeto e fica ainda mais empolgada ao falar sobre o que ainda vai desenvolver. “Já aprendemos bastante de computação e como é uma coisa que eu gosto está sendo muito legal fazer. Já fizemos um aplicativo de curiosidades do Youtube, agora estamos desenvolvendo um de curiosidades do Minecraft e depois vamos fazer mais outro.”

Helena Marquardt

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