
Henrique Paim
Uma comitiva formada por vereadores, prefeitos e presidentes de entidades da região do Alto Vale do Itajaí viaja nesta quarta-feira (7), a Brasília (DF) onde participam de audiência com o ministro da Educação, Henrique Paim.
A reunião, que ocorre na Esplanada dos Ministérios na quinta-feira (8), às 11h, tem como objetivo a entrega do abaixo-assinado organizado pelos 28 municípios do Alto Vale, que pede a implantação do curso de medicina no Centro Universitário para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí (Unidavi), de Rio do Sul, através do Programa Mais Médicos, do governo Federal.
Na comitiva, os prefeitos de Rio do Sul e Agronômica, Garibaldi Antônio Ayroso (PMDB) e José Nenegatti (PMDB) – este representando a Associação dos Municípios do Alto Vale do Itajaí (Amavi) – respectivamente, os vereadores rio-sulenses Maria Helena Zimmermann, a Kika (PR), José Thomé (SD), Jefferson Vieira (PSD), Zeli da Silva (PT), Diogenes Formiga de Moura (PROS), além da procuradora Jurídica da Unidavi, Niladir Butzke.
Uma das organizadoras do abaixo-assinado, a vereadora Maria Helena Zimmermann, a Kika, adiantou que o número de assinaturas já ultrapassa a casa dos 30 mil, o que mostra a vontade e o interesse que a região tem em implantar o curso de medicina em Rio do Sul. “A audiência com o Ministro é o resultado de um longo trabalho que fizemos e que evolveu entidades, como Amavi, Acirs e Ucavi, prefeitos e vereadores do Alto Vale, além da interferência pontual do deputado Federal Jorginho Mello, que se engajou na campanha e conseguiu marcar a audiência com o ministro Paim”, destacou Kika.
Para o prefeito de Rio do Sul, Garibaldi Antônio Ayroso, a implantação do curso de medicina é fundamental para o desenvolvimento da região do Alto Vale do Itajaí, e deverá melhorar substancialmente a qualidade da prestação de serviço na rede pública de saúde.
Mas para a aprovação do edital de abertura do curso em Rio do Sul, alguns itens obrigatórios devem ser cumpridos, tais como a capacidade estrutural universitária, a cidade interessada ter população superior a 70 mil habitantes, ter na cidade um hospital-escola e residência médica, além de infraestrutura de saúde pública oferecida pela rede, como CAPS, entre outros.