É normal que a mãe tenha um forte sentimento e vontade de proteger seus filhos de qualquer risco e poupá-lo de qualquer tipo de dor. No entanto, o excesso de proteção e cerco ao redor da criança pode prejudicar seu desenvolvimento a atrapalhar a formação de sua personalidade. Confira cinco dicas para evitar ser uma mãe superprotetora.
Evite os excessos
É claro que mostrar amor, proteção e carinho é essencial para a o desenvolvimento da segurança emocional da criança. No entanto, o exagero nesse aspecto pode acabar gerando uma sensação de sufocamento e dependência – é mais provável que essa criança torne-se um jovem ou adulto mais carente de atenção e dependente da proteção da mãe. Para evitar isso, procure dar mais independência e espaço para a criança demonstrar sua personalidade – a principal dica nesse caso é saber equilibrar.

Imponha limites
As crianças testam os pais, para ver até onde elas podem ir, isso é normal. No entanto, se você não demonstra firmeza na imposição de limites desestimula, na criança, a noção de que existem regras e pessoas a quem ela deve obedecer. Com o tempo, a falta de limites tornará a criança mimada, de difícil convivência e até mesmo agressiva, por não saber aceitar “não” como resposta.

Não deixe a criança virar um “boneco”
A partir de uma certa idade, a criança é capaz de escolher suas roupas, se arrumar sozinha, cuidar de seu material escolar, passar a tarde na cada um coleguinha, entre outras atividades simples. No entanto, a mãe superprotetora impede que a criança se vire sozinha para algumas coisas e não consegue se “desgrudar” do filho. O problema é que, além da sensação de sufocamento que esse hábito causa na criança, impede que ela aprenda a realizar algumas atividades sozinha, o que a torna mais dependente.

Deixe a criança correr alguns riscos
É claro que você é responsável pela segurança do seu filho, no entanto, é importante deixar que ele enfrente alguns obstáculos, ainda que leves, e aprenda a se recuperar de experiências ruins e de frustrações. Quando você impede que a criança se exponha um pouco mais acaba criando um jovem que terá dificuldades para lidar com problemas e desafios da vida.

Não use suas experiências anteriores como razão para ser superprotetora
A dificuldade para engravidar, um aborto, a rejeição da gravidez, entre outros tantos motivos, podem gerar um sentimento de culpa que estimula a mãe a ser superprotetora. No entanto, é importante que a mulher compreende que a criança é única e que está construindo uma nova história. Se necessário, procure ajuda profissional para lidar melhor com as próprias experiências.
Bolsa de Mulher.