Sexta edição do Grito Rock Rio do Sul tem uma programação multicultural

Grito Rock - Noeli Souza

Pelo sexto ano consecutivo, o Grito Rock, festival construído de forma colaborativa em diversos locais do mundo, será realizado em Rio do Sul. O festival fomenta a produção musical independentes e autoral, criando rotas de circulação de bandas, e abre campo também para outras expressões culturais. Uma programação formativa agrega ao festival, que na cidade ocorre de 10 a 13 de março. O Grito levará oficina de malabares, lambe-lambe, stencil e expressão corporal para escolas, além de ter oficinas de DJ, Práticas de Estúdio e de Tecido Acrobático.

Abrindo o primeiro dia do Grito Rio do Sul, uma programação voltada para a mulher, na semana que aborda a importância delas na sociedade. O #GritoDellas terá exibição de documentários, rodas de conversas, debates sobre o feminismo e igualdade de gêneros. E ainda uma oficina de turbante e intervenções de lambes feministas trazem para a pauta essas discussões e as lutas diárias enfrentadas por elas.

O #GritoDellas será realizado na quinta-feira, dia 10, na Oca Cultural (Rua Olavo Bilac, nº 16, centro), a partir das 19h. A programação começa com a Oficina de Turbantes, ministrada por Noeli Souza, ativista das questões afro e da mulher negra.

A programação completa pode ser acompanhando na página do Facebook do Grito Rock Rio do Sul, um dos 28 projetos contemplados no Prêmio Nodgi Pellizzetti de Incentivo à Cultura. O festival ainda ocupa escolas, espaços públicos e privados, levando suas atividades para nove pontos da cidade.

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