Vigilância Sanitária e Cidasc participam de operação conjunta de fiscalização em Ibirama

Motoristas foram notificados foto Helena Marquardt

A Vigilância Sanitária e a Cidasc da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Ibirama realizam na tarde desta segunda-feira, dia 3, uma operação conjunta de fiscalização com a Fazenda Estadual, Vigilância Sanitária Municipal de Ibirama e Defesa Civil para encontrar possíveis irregularidades no transporte de animais ou produtos. Durante várias horas, veículos foram abordados na rua 25 de julho e SC-340 e diversos motoristas foram notificados.

A coordenadora da Visa, Rosdalva Schroder, esclarece que operações como essa servem para monitorar produtos alimentícios e até medicamentos que chegam as prateleiras de comércios em toda a região e garantir a saúde dos consumidores.  Na abordagem o grupo avaliou rotulagem, condições de armazenamento e transporte, entre outros itens. “Essa fiscalização é feita periodicamente e infelizmente costumamos encontrar bastantes irregularidades”.

O veterinário César Augusto Barbosa, também destacou que a Cidasc verificou o trânsito irregular de animais, produtos e subprodutos. “Na operação abordamos os veículos e verificamos a Guia de Transporte e as notas fiscais, por exemplo, para ver se eles estão com a procedência e atendem todos os requisitos sanitários”, explica.

Ele ressalta que as operações impactam diretamente na saúde da população. “Os documentos que exigimos são a garantia que os animais que estão transitando têm procedência, tiveram um cuidado especial por parte dos produtores, porque geralmente eles vão para o abate em frigoríficos e acabam chegando na nossa mesa”, completa.

Já o fiscal da Fazenda estadual, Altair Rocha, explicou que o órgão fez um levantamento das mercadorias e fiscaliza se os produtos possuem nota fiscal. “Se está tudo certo o motorista é liberado, mas caso tenha algum problema o responsável pode receber uma notificação e ter que pagar o ICMS de 12 ou 17%, dependendo da mercadoria, além de uma multa de 30% no valor de toda a carga”.

 

Helena Marquardt

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