Tratamento do câncer é debatido na Câmara de Taió

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O vereador de Laurentino, Marcelo Masson esteve na Tribuna Livre da Câmara de Vereadores de Taió, para explanar sobre a “pílula do câncer”, como ficou conhecida a fosfoetanolamina. A composição vem sendo pesquisada ha mais de 20 anos por pesquisadores brasileiros, mas não foi liberado para uso.  Segundo o vereador, além a cura do câncer, a fosfoetanolamina trás de volta a dignidade e a qualidade de vida para as pessoas portadoras de câncer. “Há vários diagnósticos positivos, que ela traz benefícios, e trás a cura do Câncer que devidamente a utilizam”.

Masson pediu apoio aos parlamentares taioenses, o envio de uma moção de apoio, à presidência da república para que autorize o uso do medicamento para quem está diagnosticado com câncer.  “Preocupa essa medidas jurídicas da Anvisa, que permite o uso, apenas as pessoas que estão em estágio terminal, através de mandado de segurança posam estar utilizando o medicamento. O Senado aprovou o Projeto de Lei da Câmara (PLC) que autoriza pacientes com câncer a usarem a fosfoetanolamina sintética antes de seu registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A matéria havia sido aprovada na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) no dia 17 de março e segue agora para sanção presidencial.

O vereador relatou as dificuldades e a experiência de familiares com câncer. A minha mãe tratou o câncer por seta anos, ela vivia angustiada, tudo o que ofereciam pra ela, ela ia atrás e queria. A pessoa que tem o câncer, ela quer a cura, ela muda de religião se for necessário”. Masson destacou que haverá uma grande dificuldade de encontrar médicos que diagnosticarão pacientes para fazer o tratamento.  “Para ter o diagnóstico, o medico têm que autorizar, porque ou se usa a fosfoetanolamina ou o tratamento convencional (quimioterapia e a radioterapia), não tem como utilizar os dois”.

No dia 16 de abril, na assembleia da União das Câmaras de Vereadores do Alto Vale (Ucavi), haverá uma palestra com o Carlos Kennedy Witthoeft, que foi preso por fabricar a fosfoetanolamina sintética. “Ele fazia a fosfoetanolamina e distribuía gratuitamente, mas há um grande looby das indústrias farmacêuticas contra a distribuição dessa substancia pelo SUS”. Ele argumenta que não há contra indicação, e que a fosfoetanolamina é encontrada no organismo humano e de outros mamíferos. É uma substância que “imita” um composto presente no organismo, que identifica as células cancerosas e permite que o sistema imunológico as reconheça e as remova.

Alexandre Salvador

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