Rio do Sul terá mapeamento de áreas de risco

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Terá início em julho a segunda etapa do Mapeamento de Áreas de Risco. O assunto será abordado no dia 17 de junho, às 10 h, em uma reunião na prefeitura, que vai contar com a presença de representantes da Defesa Civil Nacional, Estadual e Municipal, Governo Federal, secretarias municipais de Administração, Assistência Social e Habitação, Gabinete, Planejamento, Departamento de Meio Ambiente e da empresa GeoEnvi, responsável pelo trabalho.

Com o mapeamento será possível ter um diagnóstico mais preciso, onde poderão ser apontadas medidas preventivas, propostas de intervenções, cadastro social das famílias que residem nos locais, entre outros.

A primeira etapa desse trabalho foi realizada em 2011, logo após a enchente que aconteceu no mês de setembro. Na época o Centro Universitário de Estudos e Pesquisas sobre Desastres (Ceped) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), realizou a primeira etapa do mapeamento, que consistiu na setorização da cidade, com definição das áreas de risco. “Agora teremos um estudo mais aprofundado, o que vai facilitar bastante o trabalho da Defesa Civil, que terá mais precisão para tomar decisões”, explicou o diretor da Defesa Civil, André Wormsbecher.

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Algumas áreas já foram estudadas, o que também vai contribuir com o processo, comentou Wormsbecher, que também é facilitador do projeto no município. “Estou reunindo todas as informações de estudos já realizados para repassar ao Ceped. Algumas áreas que estão propostas já foram analisadas criteriosamente, então não será necessário repetir o processo. Dessa forma vamos tentar incluir outros locais no estudo. Há um terreno no bairro Taboão, por exemplo, que não é habitado, onde uma grande área desmoronou, a ideia é fazer a análise para saber se existem outros pontos, habitados na cidade com o mesmo problema, para que se faça prevenção”, detalhou.

 

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