Em Rio do Sul, Governo do Estado e SCGÁS concluem terceira etapa do projeto de distribuição de gás natural entre Alto Vale do Itajaí e Serra Catarinense

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O gás natural chegou a Rio do Sul, no Alto Vale do Itajaí, por meio do maior projeto de ampliação da distribuição de gás em execução no país, conduzido pela SCGÁS. Neste sábado, 14, o governador Raimundo Colombo participou da solenidade que marca a conclusão de mais uma etapa do projeto que pretende levar o gás até a Serra Catarinense, com investimentos de mais de R$ 200 milhões. Quatro clientes assinaram contratos para já fazerem uso do gás e no mesmo ato foi assinada a autorização para mais um trecho de obras, ligando Rio do Sul até o município de Trombudo Central.

“É fundamental interiorizar a distribuição do gás, como forma de aumentar a competitividade em todos os municípios do Estado, e consolidar o nosso modelo de desenvolvimento econômico. Não tenho dúvidas de que o gás é um atrativo tanto para a ampliação como para a atração de novos investimentos”, destacou o governador.

O presidente da SCGÁS, Cósme Polêse, enumerou os desafios de topografia da região, que incluem a perfuração abaixo do rio Itajaí-Açú. “Nossa determinação foi muito maior, justamente por acreditar no quanto será importante democratizar a distribuição e o uso dessa ferramenta que traz progresso por onde passa”, informou.

A terceira etapa do projeto que chegou a Rio do Sul ampliou em 38 quilômetros a rede de distribuição de gás natural. Com a conclusão dessa fase, já foram construídos 81 quilômetros da rede dos 230 previstos no projeto. O projeto Serra Catarinense levará a rede de Indaial até Lages, percorrendo 16 municípios do Alto Vale e Serra.

Os quatro primeiros contratos foram assinados pelas Indústrias Pamplona, onde foi realizado o ato, pela Paintech , pela Engecass e pelo Posto do Encontro.

De acordo com a SCGÁS, o gás natural, por ser mais leve que o ar, dissipa-se rapidamente na atmosfera, diminuindo o risco de acidentes. Outra vantagem é ele prolonga a vida útil dos equipamentos por não deixar resíduos nos produtos e maquinário. Como o fornecimento é contínuo, o gás natural aumenta a qualidade dos produtos pelo alto rendimento térmico. Também não há necessidade de gestão de estoque, o pagamento é realizado após a utilização e a SCGÁS oferece suporte de sua Gerência de Tecnologia para otimização dos custos.

Para os motoristas, o GNV tem como principal vantagem a economia, que atualmente é de 56% em relação à gasolina e 62% com o etanol. Por ser um combustível seco, não gera resíduos de carbono na parte interna do motor, aumentando a vida útil e o intervalo de trocas de óleo. O GNV também é reconhecido por ser seguro, pois possui sistema de armazenamento e compressão com válvulas de segurança que se fecham no caso de algum rompimento. Além disso, o GNV não pode ser adulterado e seu uso não diminui a potência do veículo. Após a instalação do kit, o veículo segue compatível com os combustíveis, não implicando em exclusividade.

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