Colégio de Rio do Sul tem a 34ª melhor equipe jovem de robótica do Brasil

RUY BÓTICA

Disputar com muitas escolas técnicas especializadas na disciplina e ainda superar 26 equipes na fase final nacional do Torneio FIRST® LEGO® League (FLL), em Brasília/DF. Este foi o saldo divulgado pelo grupo do Colégio Ruy Barbosa (Rio do Sul/SC) – único do Estado de Santa Catarina que participou da principal competição de robótica para jovens do Brasil. As disputas ocorreram entre sexta e domingo no SESI de Taguatinga. Cerca de 600 estudantes de escolas públicas, particulares e de comunidades entre nove e 15 anos, representaram 14 Estados no certame.

“Terminamos na posição de número 34 entre as 60 equipes que participaram da grande final. Fiquei muito orgulhoso pelo desempenho dos alunos. Foi muito bom observar a troca de informações entre eles”, observou o diretor do colégio, Bolco Hoppe. O objetivo do torneio era atrair o interesse pelo estudo das ciências, tecnologia e matemática, para ampliar a criatividade, o raciocínio lógico e a capacidade de inovação.

O quinteto catarinense foi formado por: Igor Kempner, Henrique Daniel Hamisch, Guilherme Schulze, Júlia Carolina Avi e Julia Bagio. Com o tema “Fúrias da Natureza”, a missão das equipes participantes da temporada foi propor soluções inovadoras para prevenir tornados, tempestades, terremotos, tsunamis, enchentes, deslizamentos de terra, entre outros.

“A equipe é jovem e todos os integrantes ainda tem idade para disputar a edição de 2015. Nosso objetivo agora é aumentar o time e separar um pouco mais de tempo para treinar mais a nossa equipe”, destacou a professora de robótica do Colégiuo Ruy Barbosa e formadora do grupo, Andrea Roussenq.

O torneio foi realizado pelo Serviço Social da Indústria (SESI), em conjunto com os parceiros fundadores Lego e a organização americana First (For Inspiration and Recognition of Science and Technology). Esta é a primeira edição nacional sob integral responsabilidade do SESI, após nove outras realizadas anteriormente no País.

“Na parte teórica nós desenvolvemos um programa que auxilia a Defesa Civil de Rio do Sul. Ele leva as principais informações aos moradores através da telefonia celular em caso de enchente”, ressaltou Andrea. Entre outros desafios, os estudantes montaram e programaram robôs que solucionaram problemas com desastres naturais. Os times se submeteram a quatro categorias de avaliação.

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