A crise do jornalismo da Record

A filial da Rede Record no Rio de Janeiro não está passando por seus melhores momentos. Nos últimos dias um novo telejornal foi criado para a grade carioca. Antes do já tradicional “RJ no Ar” está sendo exibida a versão matinal do “Balanço Geral”, sob o comando do jornalista Luiz Bacci.

O curioso é que, mesmo com a criação de um novo telejornal, nenhum jornalista foi contratado para integrar a equipe do programa de Bacci. Com isso, os mesmos profissionais que servem o “RJ No Ar”, também tem que dar um jeito de produzir o “Balanço Geral”. Resultado da operação: jornalistas sobrecarregados.

Se na teoria a situação fica difícil, na prática é pior ainda. Pontualmente às 6:30 h o “Balanço” entra no ar, e uma hora após, sem intervalos, é a vez do próximo jornalístico local. Os estúdios ficam distanciados por quatro andares. Com isso, quando o “Balanço” está terminando, a câmera é fixada, e os jornalistas seguem correndo quatro andares, para prosseguir suas operações com o “RJ No Ar”.

A situação, realmente, não é fácil para os funcionários do jornalismo da Record, que fica localizado no bairro do Benfica/RJ.

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