Vício em chocolate existe! Saiba os motivos que te fazem uma chocólatra

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Você já deve estar cansada de saber, mas o cacau estimula a produção de endorfina e serotonina, hormônios do prazer. E, por ser motivo de tanto amor e “ódio” (será que alguém consegue odiá-lo?), o chocolate é tema de uma edição especial da revista Superinteressante.

Segundo uma reportagem, um estudo da Universidade da Califórnia apontou que as pessoas tendem a comer mais chocolate quando estão deprimidas. Pesquisadores acompanharam mil indivíduos saudáveis, que não tomavam nenhuma medicação antidepressiva nem sofriam de doenças cardiovasculares ou diabetes.

Eles foram questionados sobre quanto chocolate comiam em uma semana e tiveram seu humor medido. O resultado é claro: aqueles diagnosticados sem depressão nenhuma comiam, em média, cinco porções de chocolate. Os que tinham depressão moderada, oito porções. Já os deprimidos de verdade limpavam o armário de doces: devoravam nada menos que 12 porções em uma semana.

O que acontece?

Tudo porque o cacau interage com nosso cérebro. O magnésio e o triptofano, nutrientes presentes no cacau, estimulam o organismo a produzir endorfina e serotonina, neurotransmissores responsáveis pela sensação de bem-estar. Os alimentos altamente processados, e ricos em gordura e açúcares, são capazes de dominar esse desejo de recompensa tanto quanto o álcool e a nicotina.

E o problema é que a maioria das pessoas busca se premiar com os chocolates com alta concentração de açúcar e não de cacau. E açúcar, sim, vicia. Os receptores do pó branco na língua têm relação com a produção de endocanabinoides – a mesma substância que causa larica na maconha, e que nosso corpo produz para disparar a fome.

Na dúvida, sempre confira a ordem dos ingredientes na embalagem: quem aparece primeiro está em maior quantidade na receita. Quanto maior a quantidade do fruto do cacaueiro no produto, menor é o espaço para o açúcar na composição. E mais saudável é o chocolate.

Bolsa de Mulher.

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