Diretor de “A Fazenda” considera invasão do “Pânico” antiética

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O “Pânico na Band” do último domingo, dia 11, mandou às favas todo o cavalheirismo que poderia existir entre emissoras de televisão. O programa simplesmente invadiu “A Fazenda” com um helicóptero de brinquedo (que eles autointitularam “drones”, em referência às aeronaves não tripuladas de guerra) que levou notícias aos confinados.

O diretor do reality, Rodrigo Carelli, não viu graça na brincadeira, e considerou uma “coisa errada,eticamente questionável” a ação, segundo disse em entrevista ao portal F5. “A questão não é só a invesão em si, mas tentar se apropriar de conteúdo, roubar o conteúdo de outro programa para ganhar audiência.”

Sobre a guerra entre emissoras por telespectadores, Carelli tirou sarro dos rivais. “Também não ganharam audiência, fomos líder isolado”, comentou. Além da Band, Globo e SBT ficaram atrás da emissora ligada a Edir Macedo.

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O humorístico de Sabrina Sato e companhia levou à sede de “A Fazenda” um autofalante com quatro notícias bombásticas: a vitória do Brasil na Copa das Confederações, a derrota de Anderson Silva para Chris Weidman, que Aryane Steinkopf era casada quando entrou no programa e que Tony Salles, marido de Scheila Carvalho, admitiu a traição. Andressa Urach e Yani de Simone, a Mulher Filé, ouviram as informações.

Os peões comentaram um pouco sobre o ocorrido; a vice-Miss Bumbum duvidou da veracidade das informações, Beto Malfacini contou o que aconteceu a Paulo Nunes, que acordou depois. Mas a record os proibiu de comentar o assunto, o que foi motivo de sarro para os caras do “Pânico”.

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